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Jornais impressos investem em mídias sociais para conquistar novos leitores

Em 2017, um terço da população mundial fez login, pelo menos uma vez por mês, em alguma rede social. Esse percentual representa 2,46 bilhões de pessoas, segundo pesquisas do eMarketing. A previsão é de que, em 2021, o número de usuários ultrapasse os bilhões de pessoas. Atentos a essa tendência, os jornais impressos baianos investem no poder das redes sociais, tanto para cativar leitores tradicionais quanto para ampliar sua área de atuação.
“Desde cedo, vimos a importância de estar presente nas mídias sociais, o que acontecia de forma mais pulverizada, sendo que hoje concentramos os esforços em menos canais, mas de forma mais pulverizada, sendo que hoje concentramos os esforços em menos canais, mas de forma mais efetiva”, afirma Itana Gomes, analista de Marketing do Grupo A Tarde. Hoje, os principais veículos do Grupo possuem perfis do Instagran, Facebook e Twitter. As atualizações do conteúdo são feitas pelos editores do portal e o setor de marketing interfere apenas nas questões de branding.
Os conteúdos são customizados para as mídias sociais e se transformam em chamarizes para matérias do site e da versão impressa do jornal. “O intuito é de otimizar o tráfego e despertar o interesse dos leitores para os cadernos do jornal A Tarde, que é acessado também pela edição digital, além da tradicional edição impressa”, garante a profissional.
Um pioneiro na utilização das mídias sociais é o Correio 24horas, que dispõe de profissionais dedicados ao setor. “O jornal enxergou depressa a importância de estar nos canais em que boa parte do público está se informando atualmente”, destaca Roberto Grazzi, diretor de Jornalismo e Mídias Digitais do jornal Correio.
De acordo com o gestor, 16% da audiência do portal Correio 24horas vem das mídias sociais, segundo dados do Google Analytics de dezembro de 2017. São 813 mil curtidas no Facebook, 442 mil seguidores do Twitter e 123 mil no Instagran.
Outro veículo impresso que também investe em mídias sociais é o Tribuna da Bahia. “Nós utilizamos o Facebook, Twitter e o Instagran. No Instagran, além das capas do jornal, também postamos chamadas de matérias, mas é o Facebook que utilizamos para compartilhar grande parte das matérias que são publicadas diariamente em nosso site”, esclarece Samuel Barbosa, editor de conteúdo do portal da Tribuna da Bahia.
Barbosa acredita que as mídias sociais e o jornal impresso se completam. “O impresso tem um público que gosta mesmo do papel em mão, e as redes sociais têm outro público, que é formado por pessoas que preferem ter acesso mais rápido à notícia”.
Ascom Sinapro

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