A ausência de almoço para estudantes do Colégio Estadual de Tempo Integral de Correntina (CETIC), registrada na última terça-feira (31), gerou preocupação e abriu novos questionamentos sobre a estrutura e o funcionamento da unidade.
Por se tratar de uma escola em regime integral, a oferta de alimentação é essencial para garantir a permanência dos alunos durante todo o período letivo. A interrupção do serviço impactou diretamente estudantes que dependem das refeições diárias, evidenciando possíveis falhas na logística e no planejamento.
Após o ocorrido, relatos de alunos e pessoas ligadas à comunidade escolar passaram a circular, apontando que o problema pode não ser isolado. Entre as queixas, estão dificuldades no abastecimento de água, funcionamento incompleto do prédio e condições consideradas inadequadas para o dia a dia. Também há menções sobre insatisfação com a qualidade da alimentação e críticas à condução interna, embora essas informações ainda não tenham sido oficialmente confirmadas.
O caso reacende o debate sobre a execução de políticas públicas educacionais no interior, especialmente em unidades de tempo integral, que exigem estrutura adequada e acompanhamento contínuo. Até o momento, nem a Secretaria da Educação do Estado da Bahia nem a direção da escola se pronunciaram de forma detalhada sobre os motivos da interrupção do serviço.
