Jornal Cidade

Catolândia parada no tempo: cidade estagnou após o fim da gestão Pimentel e enfrenta abandono na atual administração

 



O município de Catolândia, no Oeste da Bahia, vive um cenário de estagnação e abandono administrativo desde o encerramento da gestão do ex-prefeito Pimentel, período lembrado por parte da população como uma fase de desenvolvimento e avanços estruturais.

Com o início da atual gestão, moradores relatam que a cidade deixou de avançar e passou a enfrentar um visível retrocesso. Problemas antes pontuais tornaram-se recorrentes, afetando diretamente a qualidade de vida da população urbana e rural.

Entre as principais queixas estão o acúmulo de lixo em diversos pontos da cidade e a proliferação de terrenos baldios abandonados, favorecendo o surgimento de insetos, mau cheiro e riscos à saúde pública. A infraestrutura urbana e rural também apresenta sérias deficiências.

As estradas que ligam a sede à zona rural estão em condições precárias, dificultando o tráfego de moradores, estudantes e produtores. Em períodos de chuva, as vias se tornam praticamente intransitáveis, e mesmo na estiagem, a situação continua crítica, com buracos, poeira e ausência de manutenção.

A saúde pública municipal enfrenta sérios problemas, com unidades em más condições e atendimento limitado. Na educação, pais e alunos apontam queda na qualidade do ensino e falta de investimentos. Soma-se a isso o distanciamento da atual administração em relação à população, ampliando a sensação de abandono.

Outro ponto que tem gerado forte repercussão é o aumento de campanhas e rifas organizadas por moradores para custear exames e cirurgias, algo que, segundo relatos da população, nunca foi tão frequente. A falta de medicamentos também preocupa: na farmácia básica do município faltam até itens essenciais, obrigando pacientes a buscarem alternativas por conta própria.

Diante desse cenário, cresce a cobrança para que a Câmara Municipal de Catolândia exerça com mais firmeza seu papel de fiscalização. Até o momento, moradores afirmam que o presidente da Câmara não se manifestou publicamente sobre a situação, o que reforça o sentimento de insatisfação e abandono entre os cidadãos.









Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem